Quanto mais regras contra grampo, melhor, diz Garibaldi

Presidente do Senado diz que CCJ faz esforço agora para votar um projeto que disciplina a prática de escutas

Agência Senado

10 de setembro de 2008 | 13h23

O presidente do Senado, Garibaldi Alves, declarou nesta quarta-feira,10, que não considera um excesso o fato de a Câmara, o Senado e o Poder Executivo quererem apresentar projetos disciplinando a quebra, por ordem judicial, do sigilo das comunicações telefônicas. Em sua opinião, quanto mais iniciativas forem elaboradas para punir a interceptação ilegal de telefones, melhor, até para o Legislativo, ao final, ver qual a solução mais adequada.   Veja Também: ESPECIAL:entenda o escândalo dos grampos   "Eu acho que nós temos que pensar que, quanto mais, melhor. E quanto menos, pior. Vamos pensar positivamente. Claro que cada um quer dar a sua contribuição. Nós vamos dar a nossa. O presidente da CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania), senador Marco Maciel, está fazendo um esforço agora para votar um projeto. Vai ser votado, vai para a Câmara, e aí vamos ver o que será melhor no sentido de reprimir essas escutas telefônicas ilegais e que estão abalando as estruturas institucionais do país - disse Garibaldi aos jornalistas.   Na mesma entrevista, o presidente do Senado foi indagado sobre a hipótese de haver alguma resistência ao cumprimento da súmula do Supremo Tribunal Federal (STF) que proíbe o nepotismo. Garibaldi informou que a Comissão Diretora da Casa não emitirá nenhum ato oficial exigindo o cumprimento dessa decisão.

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