PT quer ampliar de 52 para 70 total de prefeitos em SP

O PT espera eleger 70 prefeitos em São Paulo nas eleições municipais de outubro, ante os atuais 52. O partido tem a esperança ainda de mudar o cenário político do Estado e assumir, ou retomar, prefeituras em grandes e médias cidades, como a capital paulista, Sorocaba e São José do Rio Preto, no interior, São José dos Campos, no Vale do Paraíba, além de Grande ABC e Baixada Santista."O momento mais difícil do partido já passou com a recuperação do PT junto à sociedade", disse o presidente estadual da legenda e prefeito de Araraquara, Edinho Silva, numa referência à crise da sigla durante o escândalo do "mensalão", que trouxe impactos nas eleições municipais passadas. "Uma vitória nossa muda o cenário e a correlação de forças políticas no Estado e temos pesquisas que nos mostram próximos a 30% de aceitação", afirmou Edinho Silva, que administra Araraquara há oito anos.Além das chapas encabeçadas pela agremiação, o PT espera vitória em outras, nas quais integra a coligação, como em Campinas, terceiro maior colégio eleitoral de São Paulo. Lá, o partido indicou o candidato a vice-prefeito Demétrio Vilagra na chapa do prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT), candidato à reeleição pela Coligação Unidos por Campinas (PDT-PMDB-DEM-PTB-PP-PPS-PR-PCdoB-PT-PSC-PMN-PRP).Disputam também a prefeitura de Campinas os deputados federal Carlos Sampaio (PSDB) e estaduais Feliciano Nahimy Filho (PV) e Jonas Donizette (PSB), da Coligação Campinas Mais Humana (PSB-PTC), o empresário Maurício Carvalho (PRB), o professor de ensino médio Paulo Bufalo, da Coligação Frente de Esquerda de Campinas (PSOL-PSTU-PCB), o tabelião Ricardo Xavier (PSDC), o taxista Rubens Gois (PTdoB) e Vania Cristina Bôscolo (PTN), da Coligação Melhor para Campinas (PTN-PSL-PHS-PRTB). "O cenário é favorável, tanto para ganharmos na liderança da chapa, como apoiando", concluiu o presidente estadual do PT de São Paulo.

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