Tiago Queiroz/AE
Tiago Queiroz/AE

PT fará 20 carretadas para alavancar candidatura de Haddad

Agenda prevê 10 carreatas na Vila Matilde, no sábado, e 10 no Grajaú, no domingo

Fernando Gallo e Julia Duailibi, de O Estado de S. Paulo

26 de setembro de 2012 | 07h00

Além de dois comícios na zona leste da cidade com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT fará 20 carreatas no próximo final de semana fora do centro expandido para tentar alavancar a candidatura de Fernando Haddad (PT). Serão dez no sábado, 29, e dez no domingo, 30, capitaneadas por deputados federais, estaduais e vereadores petistas. O candidato participará de algumas delas.

O partido quer que o ex-presidente Lula participe de alguma das carreatas no domingo - a possibilidade será debatida nesta quarta-feira, 26, quando a agenda do petista na reta final da campanha de Haddad será definida em reunião no Instituto Lula pela manhã. Lula também decidirá em quais outras cidades participará de atividades eleitorais.

A campanha de Haddad tenta reaver eleitores petistas que hoje declaram voto no líder das pesquisas, Celso Russomanno (PRB). O candidato adversário "rouba" votos em tradicionais enclaves petistas como os extremos sul e leste da cidade. Os deputados e vereadores petistas pedirão votos para Haddad e tentarão convencer também os eleitores indecisos, que são maioria na periferia da capital.

O tucanos também farão comícios no fim de semana, com a presença do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do governador Geraldo Alckmin. Os encontros serão nas zonas leste e sul da capital paulista. No sábado será às 17 horas, na Vila Matilde. No domingo, às 14 horas, no Grajaú. A expectativa da campanha é que sejam reunidas de 4 a 5 mil pessoas em cada um dos encontros.

A coordenação da campanha de Serra havia articulado um comício no Vale do Anhangabaú na próxima quinta-feira. Acabou desmarcando e organizando os encontros menores, em bairros mais distantes do centro. Os tucanos dizem avaliar que os comícios menores serão mais eficazes na mobilização do eleitor do que um mega evento.

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