PT-DF abre mão de vagas no Senado de olho no PMDB

Decisão tomada pelo PT deve fortalecer o palanque da pré-candidata do partido à Presidência da República, Dilma Rousseff, no Distrito Federal. O diretório petista em Brasília definiu, ontem à noite, que aceitará negociar uma aliança com o PMDB e, além disso, abriu mão das duas candidaturas ao Senado para PSB e PDT. O candidato do PT ao governo do DF é Agnelo Queiroz, ex-ministro do Esporte.

LEANDRO COLON, Agência Estado

16 Maio 2010 | 16h17

Num encontro de ontem, os delegados petistas do DF derrubaram a proposta que vetava aliança com o PMDB nas eleições de outubro. Usaram o discurso de que o ideal é tentar repetir, em Brasília, as alianças que Dilma fará no campo nacional. A postura do diretório do PT no DF abriu caminho para negociar um nome peemedebista para a vaga de vice-governador na chapa com Agnelo. Para o Senado, os nomes serão do senador Cristovam Buarque (PDT) - candidato à reeleição - e do deputado federal Rodrigo Rollemberg, do PSB.

A decisão de entregar as vagas de senador ao PDT e ao PSB foi uma derrota para o deputado petista Geraldo Magela. Depois de perder para Agnelo a prévia de candidato ao governo do DF, Magela queria disputar o Senado.

O movimento petista de abrir diálogo com o PMDB busca, também, compensar o acordo que o PR - partido que apoia Dilma - fez com o ex-governador Joaquim Roriz (PSC), candidato a retornar ao governo do DF. Roriz e Agnelo aparecem na frente nas pesquisas de intenção de voto em Brasília.

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