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PT decide votar Previdência sem alterações

A Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) decidiu fechar questão em favor do relatório do deputado José Pimentel (PT-CE) sobre a reforma da Previdência. O presidente do partido, José Genoino, afirmou que o PT assumiu também uma posição política contra alterações no subteto dos salários dos juízes. "É mais do que razoável para as condições do País um teto de R$ 17.720 para o Poder Judiciário e um subteto de quase R$ 13 mil para os Estados", afirmou. Ele se referiu ao subteto dos Estados, aprovado no relatório, que prevê que os juízes poderão se aposentados recebendo 75% do salário do Supremo Tribunal Federal. Segundo ele, o PT acompanhará a bancada na elaboração, junto com outros partidos da base, de eventuais negociações e ajustes que aperfeiçoem o texto. Mas deixou claro que esses eventuais ajustes não deverão afetar o relatório, que segundo Genoino já foi aperfeiçoado em relação ao texto original na Comissão Especial da Câmara. O PT, segundo Genoino, só apoiará ajustes que sejam avalizados pelo governo. Com o fechamento de questão, quem votar contra no plenário será punido e as decisões sobre a situação desses parlamentares no partido ficará ao cargo do Diretório. "Todos os deputados são obrigados a votar quando o partido fecha questão", afirmou Genoino, ressaltando que espera quase a totalidade dos votos da bancada a favor dessa posição. Ele excluiu como favoráveis à decisão os deputados João Batista Babá (PA) , Luciana Genro (RS) e João Fontes (SE). "Qualquer atitude que contrarie o partido será tratada diretamente pelo Diretório", afirmou. Genoino anunciou a decisão do partido depois de uma longa reunião da Executiva, que contou com a presença, no período da manhã, do ministro chefe da Casa Civil, José Dirceu.

Agencia Estado,

29 de julho de 2003 | 17h18

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