Fábio Motta/Estadão
Fábio Motta/Estadão

PSOL tenta anular na Justiça votação da Alerj que libertou Picciani e mais dois deputados

Partido oposicionista sustenta que votação foi realizada com galerias fechadas ao público, descumprimento uma decisão judicial

Roberta Pennafort e Constança Rezende, O Estado de S.Paulo

17 Novembro 2017 | 19h20

RIO - A bancada do PSOL na Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) vai entrar com ação na Justiça para anular a sessão desta sexta-feira, 17, que decidiu pela soltura dos deputados do PMDB Jorge Picciani (presidente da casa), Edson Albertassi e Paulo Melo.

VOTO A VOTO O posicionamento dos deputados

O PSOL sustenta que a votação foi realizada com as galerias fechadas ao público, em descumprimento a uma decisão judicial, e que houve irregularidade na convocação da sessão.

+++ Picciani, Melo e Albertassi deixam prisão em carro oficial

Em vídeo publicado na página do Facebook do deputado Eliomar Coelho, uma oficial de justiça chega a ser impedida de entrar na assembleia. Ela conseguiu entrar no final da votação. Uma liminar expedida pela juíza Ana Cecilia Argueso Gomes de Almeida, da 6ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ),  determinou a liberação, mas a decisão não foi cumprida pela Alerj. 

A bancada também vai entrar com representação na Comissão de Ética da Alerj, pedindo que as denúncias de corrupção que levaram os parlamentares à cadeia sejam  investigadas. Eles teriam recebido propina do setor de transportes do Estado.

A Alerj alega que não fechou as galerias, apenas limitou o acesso a elas por questões de segurança, seguindo orientação do Corpo de bombeiros. Do lado de fora da casa, manifestantes organizados desde o começo da tarde foram impedidos de entrar e houve tumulto.

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