PSDB vai propor saídas para a crise do desemprego

Nota distribuida pelo PSDB hoje, a partir do seu site, diz que "a crise do desemprego na qual o Brasil está mergulhado e a incapacidade do governo do Partido dos Trabalhadores de cumprir a promessa de campanha de gerar, em quatro anos, 10 milhões de vagas de trabalho, serão debatidas e analisadas pelo PSDB" no Seminário Crescimento Econômico e Emprego, evento que o partido realizará no próximo dia 31, no Hotel Glória, no Rio de Janeiro.O partido diz ainda que "coordenado pelo Instituto Teotônio Vilela, órgão de estudos e investigações do PSDB, o seminário será aberto pelo presidente nacional do partido, José Serra. A agenda do evento contempla três painéis - A Situação do Emprego; Emprego, Educação e Política Setoriais, e Macroeconomia e Emprego -, temas que serão conduzidos, respectivamente, por Lauro Ramos e José Pastore, Cláudio Salm, Roberto Macedo e Walter Barelli, e Fernando Cardin e Paulo Rabello de Castro".Para o PSDB, "a criação de empregos só acontecerá na medida em que taxa de crescimento do País se elevar a 5% ao ano. Na avaliação do partido, contudo, o governo Lula não dispõe de uma estratégia para alcançar esse objetivo. Por isso, será impossível absorver os cerca de 1,5 milhão de jovens que ingressam, a cada ano, no mercado de trabalho, o que implicará a expansão do desemprego a índices críticos até 2007". Salienta ainda que "a crise do desemprego, para o partido, só será vencida na medida em que forem adotadas novas diretrizes macroeconômicas pelo governo, baseadas na redução das taxas de juros e na adoção de níveis de câmbio mais desvalorizados. A combinação desses dois mecanismos impulsionará as exportações e promoverá a acumulação de investimentos, garantindo, assim, a criação de oportunidades de trabalho no País".O PSDB mostra ainda que "a estratégia tucana para a criação de uma nova agenda do emprego contempla a redução da excessiva tutela do poder público sobre as relações individuais e coletivas de trabalho; maiores investimentos em qualificação e educação profissional, e a indução, pelo Estado, de segmentos com capacidade de gerar emprego a curto prazo, como os setores de saúde, educação, construção e agricultura".

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