Durante a convenção do PSDB, líderes de bancadas defendem união do partido

Aloysio Nunes Ferreira disse que veio 'de São Paulo, na companhia dos dois grandes líderes do partido no Estado, José Serra e Geraldo Alckmin'

João Villaverde, Laís Alegretti, Débora Álvares e Daiene Cardoso, O Estado de S. Paulo - Atualizado às 12h54

18 de maio de 2013 | 12h17

BRASÍLIA - As lideranças das bancadas tucanas na Câmara e no Senado destacaram a união partidária em seus discursos durante a convenção nacional do PSDB, que ocorre neste momento em Brasília. 

O líder do partido no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (SP), disse que veio "de São Paulo, na companhia dos dois grandes líderes do partido no Estado, José Serra e Geraldo Alckmin". "Nas grandes questões políticas, quando somos [bancada de senadores tucanos] chamados a defender as cores do PSDB, a oposição neste país, a alternância no poder, o fim do governo do PT, aí não há uma só voz divergente no nosso partido", disse, após afirmar que os senadores do partido muitas vezes têm "visões diferentes" sobre alguns temas nacionais. 

Aloysio se dirigiu a Aécio Neves (MG) como "querido amigo" e disse: "Você está preparado para assumir a direção do partido, para prepará-lo para a grande batalha que nos levará novamente ao Palácio do Planalto, ao lado dos nossos amigos, aliados e todo o povo brasileiro". O senador disse, ainda, que o PT está "parando o País, desindustrializando a economia, matando o setor público e matando a Petrobrás". Aloysio definiu o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso como "o homem que promoveu a maior mudança econômica e social do Brasil". 

O líder da bancada na Câmara, deputado Carlos Sampaio (SP), colocou os deputados tucanos à disposição de Aécio Neves. "Eu quero dizer a você, Aécio, que esses 50 deputados estão a postos, ávidos por tarefas. Queremos levar o nome desse partido a cada canto deste País. Estaremos ombreados com você, Aécio. Vamos lutar muito para que o PSDB volte ao poder. Queremos você presidente da República", disse. 

Sampaio ainda fez referência ao mensalão. "Aqui não tem mensaleiros, tem gente de bem. Aqui não tem compra de votos, tem ética. 

Essa é a fotografia do PSDB", defendeu.

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