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'PSB vai ter papel importante em 2014', diz Campos

Indagado se pressionou ala do partido que apoia Dilma, o presidente nacional da legenda afirmou que oferecerá aos correligionários o tratamento de sempre: de diálogo e unidade partidária

Ângela Lacerda , Agência Estado

24 de julho de 2013 | 15h45

Depois de inaugurar uma escola técnica no município de Bezerros, no agreste pernambucano, o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, afirmou que o "está bem, está tranquilo, nunca esteve numa posição tão positiva como essa". "Acho que o debate vai ser sempre necessário, na hora certa, nos fóruns certos e o PSB vai ter um papel muito importante para ajudar o Brasil em 2014, com muita tranquilidade, com muita firmeza e com enorme unidade".

Campos destacou que recebeu em Recife a executiva nacional do partido no dia primeiro de julho. Na ocasião, segundo o governador, ficou fechada posição de forma unânime em torno do documento "PSB e o Novo Brasil". Na semana passada (dia 18), ele também recebeu a bancada socialista (participaram do encontro 16 deputados federais e três senadores), "também fechando de forma unânime", disse.

"Não tem problemas no PSB e se aparecer (problemas) a gente resolve com diálogo e democracia", disse ele. Indagado sobre sua atuação para pressionar a ala do PSB que apoia a presidente Dilma, confrome revelou Estado nesta quarta-feira, 24, Campos afirmou que "o tratamento que vamos dar a todos os companheiros do PSB é o tratamento que sempre demos: de total respeito, companheirismo, diálogo franco, consenso, unidade partidária".

Eduardo Campos afirmou ainda não haver "nada de diferente" na decisão de Minas Gerais, onde o deputado federal Julio Delgado assumiu a presidência do diretório estadual do partido, sucedendo o ex-ministro Walfrido Mares Guia, que apoia a reeleição da presidente. "Há algum tempo se vinha discutindo mudança na direção de Minas Gerais, já estava vencida a comissão provisória".

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