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PSB sugere plebiscito junto com eleições de 2014

O presidente nacional do PSB, governador Eduardo Campos, defendeu nsta terça-feira que o plebiscito da reforma política seja feito junto com as eleições de 2014. Para ele, haveria mais tempo para consultar a sociedade e debater o assunto, evitando ainda gastos para o erário público.

ANGELA LACERDA, Agência Estado

02 de julho de 2013 | 20h17

O PSB também propõe que dois dos cinco pontos apresentados pela presidente Dilma devem ser votados imediatamente, sem necessidade de consulta à sociedade: o fim do voto secreto e o fim das coligações proporcionais, que teriam validade já nas eleições de 2014.

Sobre a continuidade ou não da suplência de senador, ele considerou a questão "de menor monta", sem relevância para a consulta popular. Já os itens que abordam financiamento público de campanha e sistema eleitoral, ele disse que não há consenso dentro do partido. Para o PSB, as mudanças quem vierem a ocorrer a partir do plebiscito, só devem ter validade para as eleições de 2018.

O governador fez as afirmações em entrevista coletiva, na tarde desta terça-feira, em Recife, quando foi divulgado o documento "O PSB e o novo Brasil", elaborado depois de uma reunião de emergência da executiva nacional do partido, que reuniu cerca de 50 membros em um hotel durante mais de sete horas.

"Não é surpresa que as ruas peçam aquilo que o PSB entendia que era uma nova agenda", destacou Campos. "Há uma pauta concreta sendo reclamada: a pauta de quem quer mais, é isso o que dizem as ruas e temos que ver isso com alegria".

Ele garantiu que na reunião da executiva não se tratou de eleição nem de eventual candidatura do PSB à Presidência da República. "2013 é um ano para se dedicar ao Brasil, não aos políticos e a partidos", afirmou.

O governador aproveitou para reafirmar a necessidade de um pacto federativo, no qual Estados e municípios tenham maior participação dos recursos, ao lembrar a pauta objetiva da sociedade por melhoria da qualidade da educação, saúde, mobilidade e segurança. "Como melhorar a saúde se não botar mais dinheiro?" indagou. "Como melhorar a educação se não fizer creche para a primeira infância e ensino integral?"

Pesquisas

Indagado sobre a queda de popularidade da presidente Dilma, de acordo com pesquisa Datafolha, ele disse que "o PSB não se altera em função de humor de pesquisa". Frisou que dentro do novo pacto social e da nova agenda para o Brasil "o importante é ter um rumo estratégico".

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