Provas reaparecem e julgamento é retomado

O julgamento dos acusados do assassinato do índio pataxó Galdino Jesus dos Santos foi retomado no Tribunal do Júri de Brasília, depois que reapareceram as duas provas que haviam sumido - as garrafas usadas para levar o álcool jogado no índio - e o laudo pericial do local do crime. Não foi dada nenhuma explicação sobre o sumiço e posterior reaparecimento dessas provas. O advogado e deputado federal Luiz Eduardo Greenhalgh (PT-SP), que está atuando como assistente de acusação, protestou contra o ocorrido, afirmando que foi prejudicado porque teve interrompido o seu raciocínio. É que o sumiço das provas foi constatado quando ele estava falando e queria mostrar as provas a que fazia referência. Greenhalgh disse que, pelo artigo 477 do Código de Processo Penal, ele poderia pedir a dissolução do júri, mas observou que não faria isso.

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