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Protestos são destaque da imprensa internacional

Veículos de comunicação ressaltam a pluralidade de reivindicações e o momento ruim pelo qual passa a economia brasileira

Flavia Alemi, O Estado de S. Paulo

15 de março de 2015 | 17h50

Os protestos que levaram milhares de pessoas às ruas das principais capitais brasileiras neste domingo foram destaque na imprensa internacional.

A versão online do jornal britânico The Guardian deu destaque ao tom conservador dos protestos e teceu um perfil básico dos manifestantes: predominantemente brancos e de classe média. A publicação também ressaltou a quantidade de pedidos de intervenção militar, presentes em boa parte das manifestações.

Já o também britânico Financial Times buscou explicar os motivos que levaram as pessoas a protestar contra o governo Dilma, citando a recessão da economia e o escândalo de corrupção envolvendo a Petrobrás. "As manifestações, planejadas durante semanas pelas redes sociais, acontecem depois de apenas três meses do segundo mandato de Dilma Rousseff", ressaltou a publicação.

O argentino Clarín lembrou que as manifestações acontecem no aniversário de 30 anos da restituição da democracia no Brasil, após 21 de ditadura militar, e destacou um vídeo publicado na página do Facebook de Dilma Rousseff pouco antes do início dos protestos. Nele, ela defende o direito das 'atividades espontâneas' e lembra que, em outros tempos, 'não era possível organizar protestos nas ruas do Brasil'. 

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