Protestos pré-cúpula da OTAN em Chicago são pacíficos, diz polícia

Centenas de manifestantes fizeram protestos barulhentos contra os cortes orçamentários anunciados pelo prefeito de Chicago, Rahm Emanuel, e contra outras questões econômicas, na véspera de uma cúpula da OTAN, mas a polícia disse que houve poucas detenções e apenas confrontos sem importância.

MARY WISNIEWSKI E ANDREW STERN, REUTERS

20 Maio 2012 | 10h30

A multidão incluiu centenas de pessoas no sábado, menos do que as estimadas 2.500 pessoas reunidas na sexta-feira na Praça Daley, batizada em homenagem ao ex-prefeito Richard J. Daley, que governou a cidade durante os confrontos sangrentos entre a polícia e manifestantes anti-Guerra do Vietnã na convenção democrata de 1968.

A violência que era esperada antes da cúpula da OTAN não se concretizou, embora o maior comício deva acontecer neste domingo. O superintendente da polícia de Chicago, Garry McCarthy, disse na noite de sábado que foram feitas 18 prisões durante a semana.

Um manifestante foi levado ao hospital depois que um grupo de pessoas subiu em uma viatura de polícia e cortou um pneu, disse McCarthy. A mídia local mostrou o vídeo de um homem em frente ao veículo, tentando pará-lo, mas não ficou claro se ele foi atropelado.

Outro manifestante grafitou um "A" de anarquia na porta de uma loja da Verizon Wireless .

As passeatas de sábado começaram cedo, com cerca de 500 pessoas protestando em frente à casa de Emanuel para criticar os cortes nos serviços de saúde mental da cidade.

McCarthy disse que os manifestantes estavam "fazendo barulho e atrapalhando a vida de algumas pessoas", mas que de modo geral os eventos estavam correndo bem.

Mais conteúdo sobre:
GERAL EUA PROTESTOS*

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.