Projeto prevê estatal moderna e atuando no exterior

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer deixar de herança para seu sucessor os Correios como uma empresa moderna, que funcione como uma S.A. e que tenha atuação internacional. Dos atuais R$ 12 bilhões de faturamento, a empresa passaria a R$ 25 bilhões de receita anual em um ano e meio.

João Domingos/BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo

09 de junho de 2010 | 00h02

 

O projeto está amadurecendo no Ministério das Comunicações há mais de um ano. Antes de deixar o cargo, o então ministro das Comunicações, Hélio Costa, entregou ao presidente a minuta de uma Medida Provisória que traça as linhas gerais da modernização dos Correios. O projeto passa no momento pelo crivo da Casa Civil para depois ser enviado ao Congresso.

 

A modernização se dará em três frentes: criação de novos serviços, atuação no exterior e implantação de uma governança corporativa, o que transformaria a atual empresa pública de direito privado em uma sociedade anônima de capital fechado, que passaria a se chamar Correios do Brasil S.A.

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