Programa evitou tom agressivo

A mais forte alusão ao PT foi a crítica à estratégia de criar divisões entre ricos e pobres

Análise: David Fleischer, O Estado de S.Paulo

28 Maio 2010 | 11h01

Foi um programa dedicado à promoção de José Serra, mas tenho dúvidas em relação a possíveis efeitos para o candidato avançar nas pesquisas. Temos de esperar o programa do próprio PSDB, em junho. Não foi um programa agressivo contra Dilma ou contra Lula. A mais forte alusão ao PT foi a crítica à estratégia de criar divisões entre ricos e pobres.

 

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Do DEM, quem teve mais destaque foi o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, que descreveu programas de parceria entre o município e o governo do Estado.

 

Serra foi mostrado com uma oratória muito bem organizada e efetiva. Como ex-líder estudantil, ele tem o dom da oratória. Mencionou o pai, relacionou os trabalhadores ao Rodoanel e reforçou a estratégia de afirmar que, nos últimos 15 anos, o Brasil progrediu muito, mais ainda pode progredir muito mais.

 

David Fleischer é cientista político e professor da UNB

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