Procurador-geral põe investigação de Dilma sob sigilo

Somente o procurador-geral e assessores, que auxiliarão nas apurações, terão acesso ao andamento do caso

FELIPE RECONDO, Agencia Estado

09 de abril de 2008 | 19h50

O procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, pôs sob sigilo a investigação da possível responsabilidade da chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e do ministro da Contoladoria-Geral da União (CGU), Jorge Hage, pelo suposto dossiê com os valores de gastos com cartões corporativos feitos pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e pela ex-primeira-dama Ruth Cardoso.  Veja também: Ouça o 'melô dos cartões' À CPI, diretor da Abin defende sigilo da Presidência ARQUIVO:  Secretária da Igualdade Racial é líder em gastos, revela Estado  Gastos com cartões já somam R$ 9 milhões em 2008Os ministros caídos  Entenda a crise dos cartões corporativos  Com essa decisão, somente Souza e assessores mais próximos que auxiliarão nas apurações terão acesso ao andamento da averiguação e às diligências determinadas por ele. Antes de estabelecer o segredo nas investigações, Souza pediu documentos à Casa Civil sobre o caso.

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