Wilton Junior|Estadão
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Processo de impeachment começou pela ótica do revanchismo da oposição, diz Telmário Mota

O décimo segundo a se pronunciar na tribuna do Plenário do Senado sobre o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff é o primeiro a se posicionar contra a abertura do processo

Rachel Gamarski, Bernardo Caram, Luciana Nunes Leal e Valmar Hupsel Filho, BRASÍLIA

11 de maio de 2016 | 16h05

BRASÍLIA - O senador Telmário Mota (PDT-RR) foi o décimo segundo a se pronunciar na tribuna do Plenário do Senado sobre o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff e o primeiro a se posicionar contra a abertura do processo. “A presidente não cometeu crime de responsabilidade”, afirmou, antes de ressaltar que seu Estado, Roraima, só tem luz, ciclovia e pavimento por causa da presidente Dilma Rousseff. “O processo de impeachment começou pela ótica do revanchismo da oposição”, frisou.

Ele ressaltou que quem determina a parte contábil e financeira do governo é o Ministério da Fazenda e o Conselho Monetário Nacional e criticou os autores do processo de impeachment. “Não estão respeitando o povo brasileiro e a decisão das urnas”, disse.

Sobre a advogada Janaína Paschoal, que também assinou o processo, ele afirmou que ela é ligada ao PSDB. A acusação foi negada na manhã de hoje pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG).

Todos os senadores inscritos pela manhã e os seis primeiros a falar nessa tarde foram favoráveis ao processo. Até o momento, 69 senadores se inscreveram para falar. Cada um tem 15 minutos de tempo regimental. 

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