Processo contra Picciani se tornará público, diz procurador-geral de Justiça do Rio

Presidente da Assembleia do Rio é investigado por suspeita de enriquecimento ilícito com a venda de gado

Mariana Durão e Roberta Pennafort, O Estado de S. Paulo

06 Março 2017 | 16h53

Rio – O sigilo do processo movido pelo Ministério Público do Rio contra o presidente da Assembleia Legislativa estadual (Alerj), Jorge Picciani (PMDB), por enriquecimento ilícito com a venda de gado deverá cair após a fase de oitiva de testemunhas e coleta de provas, afirmou nesta segunda-feira, 6, o procurador-geral de Justiça do Rio, José Eduardo Gussem.

“O processo se tornou sigiloso a pedido de conselheiros e da relatora que conduz o caso no Conselho Superior do Ministério Público. Novas testemunhas estão sendo ouvidas e para que isso acabe não interferindo nos depoimentos o procurador que está conduzindo o caso resolveu estabelecer o sigilo do processo. Tão logo essa fase (de oitiva de testemunhas e coleta de provas) seja superada obviamente ele se tornará público”, disse.

Gussem participou do "Seminário de Cooperação Franco-Brasileira sobre Combate ao Tráfico de Entorpecentes", promovido pela Secretaria de Cooperação Internacional do Ministério Público Federal em parceria com a Embaixada da França no Brasil e o Ministério Público do Estado. 

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