Ed Ferreira/Estadão
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Probidade é critério para ocupar segundo escalão, diz ministro

Rafael Moraes Moura e Daiene Cardoso, O Estado de S.Paulo

09 de janeiro de 2015 | 02h02

O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas, apresentou ontem os critérios do governo para a escolha dos próximos nomes que vão compor o segundo escalão.

Segundo Vargas, as escolhas deverão seguir três critérios: competência e capacidade de gestão, histórico de probidade e garantir o equilíbrio entre os partidos que integram a coalizão que venceu as eleições de outubro.

O ministro da articulação política convocou entrevista coletiva para anunciar os critérios do governo diante da insatisfação generalizada da base aliada, inclusive do próprio PT, com a formação da nova equipe da presidente Dilma Rousseff. "Esses são critérios que o governo vai observar nas indicações. Nós queremos que as indicações tenham competência e capacidade de gestão para as funções que vierem a ser ocupadas", afirmou o ministro.

Conforme o Estado informou no domingo, a base aliada de Dilma já trava nos bastidores uma luta pelos cargos do segundo escalão, deflagrando uma guerra pelas diretorias de órgãos federais e de estatais.

A definição do Ministério gerou insatisfação geral. O PTB classificou o titular do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, como uma escolha pessoal de Dilma. O PROS fez o mesmo em relação a Cid Gomes (Educação). PMDB e PT boicotaram, respectivamente, as posses de Kátia Abreu (Agricultura) e do próprio Pepe Vargas. / RAFAEL MORAES MOURA e DAIENE CARDOSO

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