Pressão barrou catraca digital

Resistências políticas impediram a adoção na Câmara de um sistema sem filas e eficiente de controle de presença e hora extra dos funcionários. Há cerca de um ano, a Casa elaborou proposta para registrar entrada e saída dos funcionários por catracas com leitura de impressão digital.A fórmula foi resultado de um estudo encomendado pelo então presidente Arlindo Chinaglia (PT-SP), para garantir a presença dos servidores na Casa. "Faltou tempo para a implantação", afirmou. "Era um forma de reorganizar o funcionamento."Há informações de que houve resistência de parlamentares e de parte da administração à mudança. Deputados que preferem ter a liberdade de dispor do trabalho de assessores sem restrições de local e sem controle do horário não gostaram da proposta.

Denise Madueño, O Estadao de S.Paulo

27 de março de 2009 | 00h00

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