Presidente do TSE prevê vitória da fidelidade partidária no STF

'É preciso acabar com fisiologismo. Não haverá campo para o famoso jeitinho', declarou Marco Aurélio

Paulo Maciel, da Agência Estado,

03 de outubro de 2007 | 04h37

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Marco Aurélio de Mello, acredita que os ministros do STF tendem a acompanhar a decisão do TSE de que o mandato pertence ao partido e não ao deputado. Em entrevista à TV Globo, exibida no Jornal da Globo, ele previu pelo menos seis votos nesse sentido entre os integrantes do STF, três deles do TSE, que já decidiu contra as trocas de partidos. "É um placar considerável, uma vez que os três integrantes do TSE tendem a repetir os votos dados no eleitoral", antecipou Mello. Embora ressalvando a dificuldade de se fazer um prognóstico, ele lembrou que o ministro Celso de Mello já se manifestou a favor da fidelidade partidária, posição semelhante à dos ministros Gilmar Mendes e Menezes Direito. "É importante para se acabar com o fisiologismo. Não haverá campo para o famoso jeitinho."

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