Presidente do PC do B disse não ver irregularidades

O presidente do PC do B, Renato Rabelo, disse hoje não ver irregularidade no fato de a organização não-governamental "Bola Pra Frente" cobrar uma taxa de intermediação de prefeituras para levar o programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte, até as cidades. "ONGs podem cobrar taxas ou comissões", disse ele. "E o Bola Pra Frente é um exemplo de ONG, segundo o Tribunal de Contas da União".

VERA ROSA, Agência Estado

23 de fevereiro de 2011 | 20h41

Rabelo garantiu que o PC do B manterá "apoio e solidariedade" ao ministro do Esporte, Orlando Silva. "Alguém está fazendo intriga contra ele e o PC do B", comentou. Desde domingo, o jornal O Estado de S. Paulo vem publicando reportagens que apontam falhas em convênios firmados pelo Ministério com instituições ligadas a representantes do PC do B.

Embora os comunistas não tenham obtido o espaço desejado no governo Dilma Rousseff, Rabelo amenizou o desconforto externado por dirigentes e parlamentares do partido. "Eu não posso me queixar de nada. Estamos em processo permanente de negociação e, só quando essa etapa for encerrada, poderemos fazer o balanço", afirmou ele, numa referência aos cargos.

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