Presidente da Vasp lamenta morte de Rolim

O presidente da Vasp, Wagner Canhedo, lamentou hoje a morte do comandante Rolim Adolfo Amaro, presidente da TAM. Por meio da sua assessoria de imprensa, Canhedo disse que está "absolutamente consternado e chateado" com a morte de Rolim, vítima da queda de um helicóptero na região de Pedro Juan Caballero, no Paraguai. Segundo Canhedo, Rolim foi um dos pioneiros no mercado de aviação brasileiro, contribuindo para o aumento da competição. A assessoria da Vasp informou que Canhedo e Rolim tinham um excelente relacionamento pessoal. Na última reunião do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snae), há cerca de um mês no Rio de Janeiro, Rolim retornou à São Paulo junto com Canhedo num avião da Vasp. Sobre o futuro do mercado com a morte de Rolim, o presidente da Vasp não fez comentários. Ainda em Brasília, o vice-presidente da República, Marco Maciel (PFL), também lamentou a morte do fundador e presidente da TAM. "O comandante Rolim era um dos ícones da aviação civil brasileira", comentou o político, por meio de sua assessoria de imprensa. "Ele viveu intensamente o seu sonho e nos deixa um exemplo de que o idealismo, associado à perseverança, é capaz de tornar possível grandes realizações", acrescentou. "Como amigo, fiquei consternado com o seu prematura desaparecimento".Em São Paulo, o empresário Antonio Ermírio de Moraes, superintendente do Grupo Votorantim, comentou que "Rolim Amaro era um homem trabalhador. E no último encontro que tivemos ele me disse que a TAM estava lutando para ultrapassar a Varig e se tornar na maior companhia aérea do País. A vida nos prega cada peça. Ele vivia em aviões e foi morrer em um helicóptero no Paraguai, ao lado do Brasil". O empresário e emaigo pessoal de Rolim, Pedro Ebehardt, disse que "o Brasil perdeu um de seus empresários mais ousados. Um verdadeiro self-made man. Um homem que sempre acreditava e lutava por isto. Ele fez a TAM se tornar uma grande companhia aérea. Seu trabalho era incessante. Eu como amigo dele, sei que ele se dedicava a companhia 24 horas por dia. Lamento muito. Lamento pelo País."

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