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Presidente da CUT justifica demissões no Rio

O presidente nacional da Central Única de Trabalhadores (CUT), João Felício, justificou hoje as demissões de cinco funcionários da Central fluminense. De acordo com ele, estas pessoas foram afastadas da CUT do Rio de Janeiro pois devem ter suas vagas substituídas por profissionais de outras áreas. "Duas delas pediram para ir embora e outra tinha como função apenas enviar faxes. Não dá para manter um funcionário apenas fazendo isso", alega Felício. Ele afirmou que a Central necessita de empregados para atuar na área política e que novas vagas devem ser abertas.O presidente da CUT disse ainda que o fotógrafo, que fazia parte do quadro de pessoal da Central e que também foi demitido, deverá continuar prestando serviços para a CUT como free-lancer. "Nem a CUT nacional tem um fotógrafo. Quando precisamos de um trabalho destes, contratamos esporadicamente e não há mal algum em manter um free-lancer. É contra a terceirização que temos de lutar", argumenta o líder sindical.Ele lembrou o momento em que assumiu a presidência nacional da CUT. "Na ocasião demitimos 32 trabalhadores, pois as despesas com estes funcionários eram incompatíveis com a nossa atuação. Tínhamos que fazer uma administração responsável, com os recursos disponíveis. Lá no Rio também aconteceu isso. Com o afastamento destas pessoas, a folha de pagamentos caiu pela metade", justifica.Com relação à greve dos funcionários da Central fluminense, Felício afirmou: "sou a favor de qualquer greve de trabalhador brasileiro, mesmo que seja na Central. Fiz isso a vida toda, não posso ser contra agora".

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