Presidente da CUT defende 'controle social' da imprensa

O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique da Silva Santos, defendeu hoje, na cerimônia de lançamento da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2), o "controle social" da imprensa. "É necessário democratizar os meios de comunicação. É preciso que haja um controle social dos meios de comunicação", declarou o sindicalista. "A liberdade de imprensa não pode ser só liberdade privada de imprensa."

FABIO GRANER, Agência Estado

29 de março de 2010 | 12h33

Silva Santos disse que, há menos de dois anos, a imprensa e os oposicionistas qualificavam as ações do governo voltadas para o combate à crise como um "programa de aceleração da crise". Mas hoje, disse o sindicalista, está clara a importância do PAC, o qual, segundo ele, promove o crescimento com inclusão social e resgata o papel do Estado na economia.

Outro resultado do PAC, na avaliação do presidente da CUT, é que o programa resgatou o planejamento de longo prazo no Brasil, que há muito tempo estava deixado de lado. Ele defendeu também a redução dos juros da economia e a diminuição da jornada de trabalho, que é de 44 horas semanais.

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