Presidente da Assembléia do ES desmente acusações

O presidente da Assembléia Legislativa do Espírito Santo, deputado José Carlos Gratz (PFL) chamou de "piadistas" os procuradores do Ministério Público Federal que apresentaram denúncia contra ele no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2). O MPF acusa Gratz de ter cometido crime contra o sistema financeiro ao declarar que o Banestes tinha uma dívida de R$ 500 milhões. Irritado, Gratz disse que não se recorda de ter declarado que o Banestes estava endividado antes de iniciar o processo de privatização do banco. Os procuradores integram a missão especial de combate ao crime organizado que, por determinação do Ministério da Justiça, atua no Espírito Santo há um mês. Essa é a primeira denúncia apresentada pelo grupo contra uma autoridade capixaba. A denúncia diz ainda que Gratz estaria incentivando pessoas a comprarem precatórios para usarem na compra de ações do banco que, na época das declarações estava prestes a ser privatizado. "Isso é mentira. Não estimulei ninguém a comprar precatórios. Eles (os procuradores) é que estão comprando precatórios", acusou Gratz.

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