Celso Junior/AE
Celso Junior/AE

Preferido de Dilma, cão 'Nego' foi sacrificado antes de mudança para Porto Alegre

Nota divulgada nesta segunda diz que cachorro sofria de doença degenerativa; ex-presidente tinha cinco animais de estimação

O Estado de S.Paulo

12 de setembro de 2016 | 19h36

A ex-presidente Dilma Rousseff anunciou nesta segunda-feira, 12, que um dos seus cachorros de estimação, o labrador preto Nego, teve que ser sacrificado pouco antes de ela sair do Palácio da Alvorada, em Brasília. A nota publicada no site oficial da petista nega que Dilma tenha abandonado o seu cachorro, que ela ganhou do ex-ministro José Dirceu em 2005.

Nego, considerado um dos cães prediletos de Dilma, sofria de mielopatia degenerativa canina, uma doença que atinge a medula. “Há dois meses, o médico recomendou que fosse abreviado o sofrimento do cão [...]. Relutante, ela adiou a decisão até pouco antes de deixar o Palácio da Alvorada, na semana passada, e mudar-se para Porto Alegre”, diz a nota. O cachorro tinha três anos de idade quando passou a viver com Dilma. Ele vinha sofrendo desde dezembro de 2015.

Além do labrador, Dilma tinha mais quatro cães de estimação em Brasília: os labradores Boni, Galego e Princesa, além da cadelinha Fafá. Fafá permanece com uma das tias da ex-presidente, em Belo Horizonte, onde vai ficar até que Dilma a transfira para Porto Alegre, em novembro. Princesa está com o ex-marido de Dilma, o advogado Carlos Araújo, em Porto Alegre. Já Boni e Galego foram dados a amigos da ex-presidente que moram em Brasília, por falta de espaço no apartamento na capital gaúcha.

 

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