Prefeituras do Pontal têm que atender população, diz Alckmin

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou hoje que as prefeituras da região do Pontal do Paranapanema não podem deixar de atender a população. Por causa do aumento do número de sem-terra na região, o prefeito de Sandovalina, Divaldo Pereira de Oliveira (PMDB), resolveu fechar as portas de todas as repartições públicas. "Não faz sentido", disse Alckmin. "Aliás, o Ministério Público já abriu uma ação investigativa em relação a esse tema."De acordo com o governador, uma quantidade maior de remédios foi enviada à região para evitar problemas pelo programa Dose Certa. "Estamos mandando a mais para esses municípios que estão com acampamentos e vamos dar uma ajuda maior na área da saúde", disse. Ele ressaltou que o número de pessoas que estão indo para o Pontal do Paranapanema é absurdo. "Não há possibilidade de assentar todas essas pessoas", afirmou. "É um movimento insuflado."PrevidênciaAlckmin disse estar preocupado com uma possível mudança no projeto da reforma da Previdência pelo governo federal. "Acho que a reforma é importante não para o governo, mas para o País, com efeito de curto, médio e longo prazo para garantir o pagamento de aposentadorias e pensões e, ao mesmo tempo, evitar que o déficit do setor público cresça acentuadamente", explicou. "Eu não sei quais são essas mudanças. Vamos aguardar para avaliar." As declarações foram dadas após o desfile comemorativo da Revolução Constitucionalista de 32.

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