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Prefeito tucano agredido em comemoração deixa UTI

O prefeito de Borebi, Antonio Carlos Vaca (PSDB), deixou hoje a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Unimed de Bauru, no interior paulista, onde estava internado desde a noite de domingo. O prefeito foi agredido após se desentender com militantes do PT e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) de sua cidade, que comemoravam a vitória de Dilma Rousseff (PT) no segundo turno presidencial.

JAIR ACEITUNO, Agência Estado

03 de novembro de 2010 | 18h23

Segundo testemunhas, o prefeito foi pedir aos manifestantes que evitassem provocações. Vaca levou um soco de um dos participantes da comemoração, caiu e a bateu a cabeça na guia. Os médicos que o atenderam constataram traumatismo craniano e o submeteram a uma cirurgia para eliminar o hematoma e o sangramento.

Segundo sua mulher, Leila Ayub Vaca, o prefeito passa bem, mas não se lembra do ocorrido. Amanhã, ele deverá ser submetido a uma tomografia para determinar os danos físicos causados pela agressão. O resultado desse exame é que determinará se receberá ou não alta hospitalar.

O delegado Benedito Antonio Valencise, da seccional de Bauru, instaurou na segunda-feira o inquérito para a apuração do caso. Enquanto ouve testemunhas, aguarda os laudos periciais. Embora já tenha apurado os nomes dos principais envolvidos, o delegado disse que teria dificuldades para fazer as prisões porque o caso ocorreu durante a vigência do período em que a lei eleitoral impede a prisão de suspeitos, exceto em flagrante.

O dirigente regional do MST, Paulo Beraldo, distribuiu nota à imprensa na qual nega que a comemoração tenha sido organizada pelo movimento, embora contasse com a presença de seus integrantes. Afirmou também que a briga ocorreu porque o prefeito teria dado empurrões num dos manifestantes.

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