Prefeito preso tem mandato cassado em Fênix

Aristóteles Filho está preso sob acusação de ser um dos mandantes da morte do prefeito Manuel Ramos

Evandro Fadel, do Estadão

01 de agosto de 2007 | 17h14

A Câmara Municipal de Fênix, a 420 quilômetros de Curitiba, no noroeste do Paraná, cassou na última terça-feira o mandato do prefeito Aristóteles Dias dos Santos Filho (PMDB) por unanimidade. Ele foi eleito como vice-prefeito, mas está preso desde 19 de junho sob acusação de ser um dos mandantes da morte do então prefeito Manuel Custódio Ramos (PMDB), em fevereiro de 2006, com o intuito de assumir em seu lugar. O presidente da Câmara, Mauro Marangoni (PMDB), que ocupou o cargo interinamente em junho, deve ser empossado para o término da gestão no próximo ano. A polícia chegou a Aristóteles depois de ter prendido Luiz Pereira de Souza Júnior, que estava em Londrina, no interior do Estado. Ele é acusado de ter acertado os quatro tiros que tiraram a vida de Ramos, quando ele chegava em casa.  Júnior confessou à polícia que foi contratado por R$ 15 mil pelo funcionário público exonerado da prefeitura de Fênix Sidney Aparecido Farias e por Santos Filho. Farias também está preso.

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