Preço dos remédios deve ficar sob controle do governo

Os preços dos medicamentos devem continuar sofrendo algum tipo de controle no novo governo. A equipe de transição está analisando o assunto e, nas discussões técnicas, ficou praticamente afastada a possibilidade da liberação dos preços.Uma das alternativas em análise é a prorrogação da atual política, criada pelo ex-ministro da Saúde José Serra, pela qual os preços são tabelados e sofrem um reajuste por ano. A lei que fixa essas regras só vigora até 31 de dezembro.Por isso a nova equipe de governo precisa tomar uma decisão nos próximos dias, antes da posse.O coordenador da transição para assuntos sociais, Humberto Costa, cotado para ocupar o Ministério da Saúde, e o economista Arno Augustin, cotado para a Secretaria do Tesouro Nacional, estão trabalhando com duas alternativas para os remédios.Elas deverão ser apresentadas na próxima semana ao coordenador-geral da transição, Antônio Palocci Filho, ao coordenador-adjunto, Luiz Gushiken, e ao presidente do Partido dos Trabalhadores, José Dirceu. A nova fórmula será então discutida com a atual equipe de governo.Palocci já havia indicado a possibilidade de os medicamentos continuarem com algum tipo de controle. Essa é apenas uma das preocupações da equipe de transição para a saúde. Outro problema que tem recebido bastante atenção é a dengue.

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