NILTON FUKUDA/ESTADÃO
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Porto Alegre está em 'plena tranquilidade', diz comandante-geral da Brigada Militar

Efetivo de 2,2 mil homens da polícia militar, batalhão de operações e choque está empenhado no julgamento de Lula no TRF-4

Mariana Hollanda, O Estado de S. Paulo

24 Janeiro 2018 | 11h41

PORTO ALEGRE - No dia do julgamento do recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Tribunal Regional da 4.ª Região (TRF-4), Porto Alegre está em “plena tranquilidade”. Esse é o balanço que o comandante-geral da Brigada Militar em Porto Alegre, Andreis Silva Dal’Lago, fez da operação nesta quarta-feira, 24. 

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“A capital gaúcha está vivendo um dia de plena tranquilidade. Durante o evento, agora, sem nenhum incidente, nenhuma ocorrência”, disse o comandante a jornalistas, em frente ao TRF-4. 

Dal’Lago também divulgou, pela primeira vez, o efetivo empenhado na operação para o julgamento: 2,2 mil homens da polícia militar, batalhão de operações especiais e o choque. Há, inclusive, atiradores de elite no teto dos prédios vizinhos ao tribunal.

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Questionado se era necessário tal efetivo, ele disse que “sim, muito”. Segundo o comandante, ele prefere ser questionado se é necessário do que, “diante de uma perturbação da ordem, perguntem: mas vocês não se prepararam para isso?”.

Além do efetivo de policiais, a operação também conta com policiamento no Rio Guaíba e um helicóptero que, desde terça feira, 23, sobrevoa o perímetro isolado do tribunal. O comandante-geral não divulgou o quanto foi gasto ou se foi o Estado ou a União que forneceu os recursos. “Foi o custo da democracia e da paz social”, disse.

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