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Por escândalos, Dilma perde seis posições na lista da revista 'Forbes'

Única brasileira de 70 personalidades mundiais presentes no ranking, presidente aparece como a 22ª mais poderosa; 'rebaixamento' foi atribuído às sucessivas demissões de ministros do governo

02 de novembro de 2011 | 17h06

Dilma Rousseff é a 22ª personalidade mais poderosa do mundo, indica o ranking realizado anualmente pela revista norte-americana Forbes. A presidente perdeu seis posições em relação à lista do ano passado, quando figurava na 16ª posição. Na lista divulgada nesta quarta-feira, 2, pela Forbes, Dilma é a única brasileira de 70 personalidades mundiais presentes no ranking. Em agosto, Dilma foi apontada em outra lista da revista como a terceira mulher mais influente do mundo.

 

O 'rebaixamento' da presidente na lista da Forbes foi atribuído pela revista aos sucessivos escândalos de corrupção que marcaram os primeiros dez meses de seu governo. "Rousseff gastou seu primeiro ano de mandato fazendo uma faxina em casa, com a demissão de cinco ministros e dúzias de funcionários acusados de corrupção", indica a revista.

O presidente dos Estados Unidos Barack Obama voltou a ocupar o 1º lugar e é seguido de Vladimir Putin, primeiro-ministro russo, e do presidente chinês Hu Jintao. No ranking anterior, Hu Jintao figurava como pessoa mais poderosa do mundo.

Recursos financeiros controlados pelas personalidades, potencial de influência e aptidão a exercer o seu poder para mudar práticas globais são os requisitos que a revista considera para a eleição.

Essa não é primeira vez que Dilma figura entre os rankings da revista. Em  agosto, Dilma ocupava o terceiro lugar da lista das mulheres mais poderosas, atrás somente da chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e da secretária de Estado americana, Hillary Clinton. No ranking de 2010, a presidente eleita foi considerada a 16ª pessoa mais poderosa do mundo em uma lista de 68 personalidades. Ainda ministra do governo Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma ocupava a 95ª posição, atrás da modelo Gisele Bündchen (a brasileira melhor colocada então).

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