FABIO MOTTA|ESTADÃO
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Politraumatismo foi a causa da morte de Teori, diz IML

Laudo informa que ministro do Supremo Tribunal Federal morreu em decorrência de ferimentos provocados pela queda do avião em que viajava, e não por afogamento

Fábio Grellet, ENVIADO ESPECIAL, O Estado de S.Paulo

21 de janeiro de 2017 | 00h22

PARATY (RJ) - O laudo do Instituto Médico-Legal (IML) de Angra dos Reis, no Sul Fluminense, informa que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki morreu em decorrência de politraumatismo provocado pela queda do avião em que viajava, e não por afogamento, segundo divulgou nesta sexta-feira, 20, o Jornal Nacional, da TV Globo.

O avião caiu na tarde desta quinta-feira, 19, em Paraty e matou também o empresário Carlos Alberto Filgueiras, proprietário da aeronave e amigo de Zavascki, a massoterapeuta Maira Lidiane Panas Helatczuk, de 23 anos, que havia viajado para prestar atendimento a Filgueiras, a mãe dela, Maria Hilda Panas, de 55 anos, que a acompanhava, e o piloto, Osmar Rodrigues.

A Polícia Civil do Rio não divulgou oficialmente a causa da morte de Zavascki, tampouco das demais vítimas. Pessoas que tentaram socorrê-las relataram terem visto uma mulher com vida, dentro do avião, gritando por socorro, o que indicaria morte por afogamento. 

Resgatado do mar na madrugada, o corpo do ministro de Teori deixou o IML de Angra dos Reis pouco depois das 22 horas desta sexta-feira. O cadáver foi transportado até o Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, de onde o corpo embarcaria na madrugada em um voo para Porto Alegre para ser velado e sepultado. 

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