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Polícia no Congresso levará sindicato a processar João Paulo

O presidente do Sindilegis (sindicato que congrega os servidores do Poder Legislativo), Ezequiel Nascimento, informou que vai entrar com queixa-crime no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o presidente da Câmara, deputado João Paulo Cunha (PT-SP), e com denúncia nas Comissões de Direitos Humanos da Câmara e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A queixa terá por base a autorização de João Paulo para que policiais militares armados entrassem nas dependências da Câmara, o que é proibido pela Constituição e pelo Regimento Interno da Casa."É uma das páginas mais vergonhosas que está sendo escrita hoje", disse Ezequiel. "É o primeiro registro, na história do País, de policiais com escopetas e metralhadoras dentro do prédio do Congresso". Segundo o presidente do Sindilegis, os militares armados estavam postados numa das pontas do corredor das comissões técnicas da Câmara e só saíram de lá porque ele avisou a segurança da Casa, que tem conhecimento da proibição e os retirou do local. Ezequiel afirmou que os servidores públicos que estão protestando contra a reforma da previdência "sabem muito bem de seus limites?, e que não podem ter cerceado o direito legítimo de pressionar.

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