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Polícia indicia políticos de Mairinque por corrupção

A Polícia Civil de Mairinque, região de Sorocaba (SP), indiciou o ex-prefeito da cidade, Dennys Veneri (PTB), o vereador Hélio Moretto (PTB) e outras sete pessoas por supostas fraudes em licitações que teriam desviado R$ 3,8 milhões dos cofres municipais. O inquérito, encaminhado nesta quarta-feira (17) à Justiça, envolve ainda ex-secretários municipais, servidores e empresários. O Ministério Público Estadual deve denunciar os suspeitos pelos crimes de corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. O grupo é acusado de forjar e direcionar licitações em troca de propinas.

JOSÉ MARIA TOMAZELA, Agência Estado

17 de julho de 2013 | 14h36

Oito suspeitos foram presos durante as investigações no mês passado e libertados por decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo dias depois. O ex-prefeito de Araçariguama, Carlos Aymar (PV), que chegou a ser preso com o grupo, vai responder apenas pelo crime de tráfico de influência. Em nota, ele disse ter sido preso injustamente. "Não fui indiciado por nenhum crime de desvio de recursos públicos ou corrupção. Apenas fui incluído nas investigações por ter realizado três ligações para o celular de um dos investigados."

Aymar nega também o tráfico de influência. "A polícia entendeu que eu estava tentando beneficiar uma empresa que se instalaria na cidade, mas vai ficar provado que isso não existiu. Para se fazer tráfico de influência é preciso ter poder de mando, o que eu não tinha." O advogado de Venery, Marco Antonio Vargas Filho, disse que não existem provas contra seu cliente no inquérito. O vereador Moretto informou que durante o processo será provada sua inocência.

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