Daniel Marenco/Agência RBS
Daniel Marenco/Agência RBS

Polícia indicia 2 por campanha publicitária contra Yeda

Para delegado, "campanha extrapolou limites razoáveis do que se pode chamar de liberdade de expressão"

SOLANGE SPIGLIATTI, Agência Estado

31 de agosto de 2009 | 11h58

A Polícia Civil indiciou o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) do Rio Grande do Sul, Celso Woiciechowski, e a vice-presidente da entidade e presidente do Centro dos Professores do Estado (CPERS), Rejane Silva de Oliveira, por peculato e crime à honra decorrente de uma campanha publicitária contra a governadora Yeda Crusius (PSDB). Segundo a corporação, o indiciamento está embasado no inquérito remetido hoje à Justiça.

Presidido pelo delegado Cléber Moura Ferreira, titular da 3ª Delegacia de Polícia da Capital, o documento salienta que a campanha publicitária, vinculada entre maio e junho na mídia, "extrapolou os limites razoáveis do que se pode chamar de liberdade de expressão ou algo que o valha, ofendendo a pessoa da governadora do Estado".

Ferreira afirmou que Yeda entrou com uma ação em junho no Ministério Público (MP), alegando que estava sendo vítima de uma campanha de difamação pelos dois indiciados e por uma agência de publicidade, que a denominavam como uma pessoa corrupta. A polícia instaurou um inquérito policial e a conclusão foi o indiciamento dos membros da CUT. De acordo com o delegado, a campanha publicitária utilizava folhetos distribuídos nas ruas, com gastos que chegaram em torno de R$ 80 mil.

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