Ueslei Marcelino/Reuters
Ueslei Marcelino/Reuters

Polícia Federal rebate acusações de ilegalidade em buscas

Resposta foi dada depois que o advogado-geral do Senado, Alberto Cascaes, acusou a PF de não permitir a entrada da Polícia Legislativa em imóveis funcionais durante operação Politéia

Fábio Fabrini, Talita Fernandes e Dida Sampaio, O Estado de S. Paulo

14 de julho de 2015 | 12h33

BRASÍLIA - A Polícia Federal informou nesta terça-feira que a Polícia Legislativa não tem "legitimidade" para receber mandados de busca e apreensão. A resposta foi dada depois de o advogado-geral do Senado, Alberto Cascaes, ter acusado a PF de ilegalidade.

Cascaes se manifestou quando agentes da PF deixavam um imóvel funcional na Asa Sul, em Brasília, com um malote com documentos apreendidos no apartamento ocupado pelo senador Fernando Collor (PTB-AL), alvo das ações da PF e investigado por envolvimento na Operação Lava Jato.

Sobre a informação do advogado do Senado, de que os agentes da PF chegaram com um chaveiro no apartamento e não permitiram a entrada da Polícia Legislativa no local, a PF disse ainda que os agentes não têm como obrigação legal a entrega de documentos à Polícia Legislativa. 

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