Polícia Federal lacra Assembleia Legislativa e prefeitura de Macapá durante operação no Amapá

Quem chegava para trabalhar era informado pela PF que não podia entrar

Alcinéa Cavalcante, Especial para O Estado de S.Paulo

10 de setembro de 2010 | 15h04

Durante a Operação Mãos Limpas deflagrada hoje em Macapá, a Polícia Federal lacrou vários órgãos públicos para cumprir mandados de busca e apreensão. Quem chegava para trabalhar era informado pela PF que não podia entrar. Entre as instituições públicas lacradas estão a Assembleia Legislativa, o Tribunal de Contas do Estado, a Prefeitura de Macapá, as secretarias de Estado da Educação e da Saúde e o Centro de Processamento de Dados (Prodap).

 

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O presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Amanajás (PSDB) - que é candidato ao governo - está no município de Oiapoque, extremo norte do Amapá e fronteira com a Guiana Francesa. Ele viajou para lá ontem para cumprir agenda de campanha. Mas da agenda dele para hoje constam compromissos em Macapá, como uma palestra às 16h30 no Sindicato dos Engenheiros e participação de debate, às 19h, numa faculdade particular. O tempo de voo de Oiapoque para Macapá é de duas horas.

Os telefones da assessoria de Jorge Amanajás não atendem.

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