Polêmica com Abin é 'assunto ultrapassado', diz Jobim

Ministro revelou a Lula que órgão tinha equipamento para fazer grampo; crise provocou afastamento na Abin

LUCIANA NUNES LEAL, Agencia Estado

05 de setembro de 2008 | 12h27

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, procurou  nesta sexta-feira, 5, encerrar a polêmica na qual se envolveu em torno das suspeitas de que funcionários da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) estariam envolvidos no episódio dos grampos ilegais nos telefones do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. "Este assunto está ultrapassado", afirmou o ministro.      Veja Também: Entenda a crise dos grampos  Oposição pedirá ao MP que investigue caso dos grampos no STF   Advogado de Dantas diz que vai interpelar Felix no STF   Tarso envia a Lula projeto que aumenta punição a grampo ilegal CPI dos Grampos convoca Jobim e diretores da Abin e PF Veja como foi o depoimento do diretor da agência à CPI  Especial explica a Operação Satiagraha  Multimídia: As prisões de Daniel Dantas    Na última quinta, o ministro reiterou a acusação de que a Abin comprou material que permite escutas telefônicas, apesar de a agência ser proibida de fazer grampos. Jobim tinha levado essa informação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no início da semana e ontem confirmou em público a compra feita pela Abin. Hoje, no entanto, não quis mais falar sobre o assunto. "Vamos esperar as investigações", disse o ministro.

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