PMDB não tem plano B diante de doença de Dilma, diz Temer

Segundo presidente do partido, o PMDB não vai se posicionar oficialmente agora sobre a sucessão presidencial

Luciana Nunes Leal, de O Estado de S.Paulo

27 de abril de 2009 | 17h50

O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), disse nesta segunda-feira, 27, que o partido não pensa em um plano B diante da notícia de que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à presidência da República, vai se submeter a um tratamento contra o câncer linfático. Segundo ele, o PMDB não vai se posicionar oficialmente agora sobre a sucessão presidencial.

 

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"Só vamos discutir no fim deste ano. Nunca foi hora, muito menos agora, de discutir esse assunto. Vamos prosseguir no plano A", disse Temer, certo de que Dilma levará a candidatura adiante. "A chance de recuperação é de 90%. Em pouco tempo a ministra estará curada e o quadro não vai se alterar. É hora de falar na recuperação da ministra", completou Temer, presidente licenciado do PMDB.

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