PMDB não aceita ´situação subalterna´ nas eleições, diz Rigotto

Depois de receber o apoio do PMDB de São Paulo, o governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto (PMDB), que disputa a indicação da legenda para concorrer à Presidência da República, reafirmou hoje sua convicção de que a prévia e a candidatura própria são "irreversíveis" dentro do partido. Ele recusou uma possível articulação para atrair o PMDB a uma aliança - na qual o partido ocuparia a vice-presidência -, como estaria nos planos do Palácio do Planalto. "Não há chance de prosperar qualquer articulação que tenha por objetivo puxar o PMDB novamente para uma situação subalterna dentro da política brasileira e, principalmente, não disputar a Presidência da República", disse Rigotto. "Há um sentimento dos peemedebistas de que este é o caminho que levará o partido a uma vitória na sucessão presidencial", acrescentou Rigotto, que vê na candidatura própria a forma de quebrar a polarização entre PT e PSDB.A prévia do PMDB está marcada para o dia 19 de março. Na escolha interna, alguns participantes têm direito a mais de um voto. O presidente do PMDB-RS, Pedro Simon, por exemplo, tem direito a quatro votos por ser membro titular dos diretórios nacional e estadual, senador e delegado à convenção nacional. Por isso, Rigotto e Garotinho disputam a preferência de 19.948 eleitores e 22.030 votos. O Rio Grande do Sul tem um total previsto de 3.155 votos, enquanto São Paulo fica com 2.777 e o Rio de Janeiro com 664.

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