Planejamento diz que gasto social aumentou

O secretário executivo do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Guilherme Dias, disse aos deputados durante audiência sobre o acordo com FMI que é um equívoco considerar que o programa de ajuste fiscal está sendo feito às custas de programas sociais e investimentos em setores estratégicos. Para contestar essa crença, o secretário apresentou dois dados. Ele disse que na comparação do orçamento de 1999 com a proposta para o orçamento de 2002, os gastos sociais, excluindo-se aqueles com a Previdência Social e Previdência Pública, cresceram de R$ 40 bilhões para R$ 60 bilhões. Ele disse também que os investimentos das estatais aumentaram de R$ 10 bilhões em 2000 para R$ 21,3 bilhões na proposta orçamentária de 2002.

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