Tania Rego/Agência Brasil, Fabio Motta/Estadão e Alerj
Tania Rego/Agência Brasil, Fabio Motta/Estadão e Alerj

Picciani, Melo e Albertassi deixam prisão em carro oficial, após decisão da Alerj

Os deputados do PMDB ficaram menos de 24 horas na cadeia e devem retomar suas funções parlamentares na terça-feira

Roberta Pennafort, O Estado de S.Paulo

17 de novembro de 2017 | 18h22

RIO - Presos na quinta- feira, 16, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio, deputado Jorge Picciani, o deputado Paulo Melo e o líder do governo, deputado Edson Albertassi, todos do PMDB, usaram carro oficial para deixar a prisão nesta sexta-feira, 17. Eles ficaram menos de 24 horas na cadeia.

+++ Veja como foi a sessão que soltou os deputados

A Casa decidiu pela soltura por 39 votos a 19, e houve uma abstenção. Eles devem retomar suas funções parlamentares já na terça-feira que vem, uma vez que segunda-feira é feriado. A decisão dos colegas  saiu às 16h35 e os deputados foram liberados às 18 horas.

O secretário da Mesa Diretora da Alerj entregou a decisão à cadeia pública de Benfica, onde estão os deputados e também o ex-governador Sergio Cabral  (PMDB) - que nesta sexta-feira faz um ano preso. 

+++ VOTO A VOTO O posicionamento dos deputados na Alerj 

Os três peemedebistas foram embora de Benfica no mesmo veículo, um Nissan Sentra de vidros escurecidos. Consulta ao site do Detran-RJ mostrou que se trata de um automóvel de uso oficial do Estado. Eles haviam chegado ao presídio na quinta-feira por volta das 19h20.

MPF

A força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) vai pedir que a Sessão Criminal do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) volte a se reunir para rever a decisão da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), que derruba a prisão do presidente da Casa,  Jorge Picciani, e dos deputados Paulo Melo e Edson Albertassi, todos do PMDB. Os procuradores vão pedir que os desembargadores revejam o pedido do afastamento dos parlamentares.

A prisão foi determinada na  quinta-feira pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2). Os três parlamentares teriam recebido propina de empresas do setor de transportes. 

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