PFL tenta defender mandato de Roberto Brant

O deputado Moroni Torgan (PFL-CE) declarou, no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, que apresentará voto em separado contra a cassação do deputado Roberto Brant (PFL-MG). Torgan disse que Brant não quebrou o decoro parlamentar. "Não houve sonegação fiscal, e tanto a origem quanto o destino do dinheiro são lícitos", afirmou o pefelista. Logo depois, o líder do PFL, Rodrigo Maia (RJ), confirmou que a posição de Torgan deve-se à orientação do partido.No parecer em que recomenda a cassação de Roberto Brant, o deputado Nelson Trad (PMDB-MS) apontou a não-contabilização de recursos doados para a campanha de Brant à prefeitura de Belo Horizonte (MG) em 2004. Brant recebeu R$ 102,8 mil da SMPB, agência de publicidade do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, apontado como o operador do esquema conhecido como "mensalão". As informações são da Agência Câmara.

Agencia Estado,

25 de janeiro de 2006 | 16h15

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