PFL quer criação de empregos e reformas fiscal e tributária

Ao formalizar, hoje à tarde, a coligação eleitoral com o PSDB para o lançamento da candidatura do tucano Geraldo Alckmin à Presidência da República, o PFL vai propor uma agenda que tem como uma das prioridades a geração de emprego, incluindo reformas fiscal e tributária, bem como uma política previdenciária, além do que chamou de "três questões fundamentais para o ritmo da atividade econômica - crédito, abertura comercial e a modernização da infra-estrutura"."O Brasil tem pressa e não pode perder mais quatro anos mergulhado em corrupção e incompetência. O Brasil não suporta mais esse governo ilusionista, que o tempo todo faz parecer que é bom o que na verdade é péssimo", afirma o documento preparado pelos pefelistas que será entregue a Geraldo Alckmin como contribuição para o programa de governo.Nesse documento o PFL apresenta o que chama de conjunto de propostas "para unir os partidos de oposição em torno de um projeto real, exeqüível e capaz de iniciar o processo de mudanças de que o Brasil precisa, e com a urgência que os brasileiros demandam".Entre as sugestões estão a redução e racionalização dos impostos; reforma fiscal que priorize o corte de gastos com custeio, associado à flexibilização da rigidez orçamentária, à avaliação sistemática dos gastos públicos e à adoção do orçamento impositivo, e adoção do sistema Simples trabalhista para melhorar empregos através de micro e pequenas empresas.O PFL propõe, ainda, a redução do número de ministérios, mas quer a criação do Ministério da Segurança Pública. Além disso, sugere a extinção de, pelo menos, 50% dos cargos comissionados e profissionalização do aparelho do Estado, bem como a manutenção, ampliação e aprimoramento do programa Bolsa Família e ênfase ao ensino fundamental. "É preciso reagir ao engodo do governo Lula", diz o documento, que tem 27 páginas.

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