PFL decidirá em agosto sobre punição a rebeldes

A Executiva Nacional do PFL vai decidir no dia 5 de agosto, após o recesso parlamentar de julho, a punição que deverá ser adotada aos deputados que votaram ontem contra a orientação do partido, contribuindo para a vitória do governo na votação da medida provisória que definiu o salário mínimo em R$ 260. O relator do processo, senador Demóstenes Torres (GO) apresentou o seu parecer na reunião de hoje da Executiva, pedindo a expulsão do deputado Lael Varella (MG), que pela segunda vez foi favorável ao mínimo de R$ 260 (ontem e no dia 2 de junho). Demóstenes Torres sugeriu também uma advertência ao deputado Cleuber Carneiro (MG), que na primeira votação votou com o governo e ontem se ausentou. A Executiva abriu prazo de oito dias para que o deputado Clóvis Fecury (MA) apresente sua defesa. Ele votou ontem contra a orientação do partido e a favor do governo e no dia 2 de junho, não compareceu. A votação do parecer de Demóstenes foi adiada para agosto porque não havia quórum na Executiva para deliberação hoje.

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