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PFL critica parcialidade de Rosseto na questão agrária

Em nota divulgada na tarde desta quarta-feira, o PFL critica o que chama de "parcialidade" do ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto, em relação aos conflitos no campo. Uma das atitudes do ministro que o partido considera parcial é a declaração de que as famílias de sem-terra acampadas terão prioridade no processo de assentamentos da reforma agrária. A nota afirma que o PFL considera "irresponsáveis" as declarações sobre a questão agrária feitas pelas mais altas autoridades do setor no País , que estimulam o recrudescimento das ações ilegais do MST." Segundo o texto, "a impunidade do MST é uma afronta inaceitável para a sociedade brasileira". "À luz do dia, em frente às câmaras de televisão, integrantes desse movimento (MST) bloqueiam estradas, assaltam pontos de pedágio, desrespeitam ordens judiciais, roubam cargas, invadem e depredam prédios públicos, destróem experiências de laboratórios e ateiam fogo em máquinas agrícolas - ações ilícitas que deixam claro que o objetivo do MST não é a reforma agrária, e sim a radicalização, a baderna e a violência", afirma a nota. De acordo com o presidente do PFL, senador Jorge Bornhausen, o partido se mostra apreensivo também com a informação de que o governo estaria preparando medida provisória para dificultar a reintegração de posse das terras invadidas pelo MST quando reivindicada na Justiça pelos proprietários. Para Bornhausen, a continuar esse quadro, o País não terá como impedir a favelização do campo, provocada, segundo o senador, por pessoas sem relação com a atividade rural.

Agencia Estado,

16 de julho de 2003 | 16h25

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