PFL critica manutenção da data para reajustar mínimo

O PFL aprovou nota, em reunião de sua Executiva Nacional, condenando a decisão do governo federal de manter a data de 1º de maio para a entrada em vigor do novo valor do salário mínimo. No texto, divulgado, a Executiva lembra que o PFL é o autor da antecipação do reajuste do mínimo para 1º de abril, aprovada há dois anos pelo Congresso. "O governo do PT deixará os brasileiros mais humildes sem ter o salário corrigido por 13 meses", afirma a nota.Segundo o PFL, o governo deveria era cortar os gastos públicos, cancelando os "contratos milionários para a produção de propagandas enganosas com o dinheiro público e anulando a compra do avião Airbus ACJ personalizado - adquirido, ao custo de R$ 168 milhões do povo brasileiro, para as viagens dispendiosas e desnecessárias do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Exterior." O PFL afirma ainda que o governo, depois de ter "empobrecido o Brasil em 2003, penalizando especialmente os mais pobres, reduzido a renda de todos os trabalhadores e elevado impostos, paralisando o setor produtivo e aumentando o desemprego", tem agora "a desfaçatez de impor sacrifícios a quem sobrevive com o salário mínimo." Diz ainda a nota que o número 13 - do PT -, "a partir de agora, representará também os 13 meses sem reajuste do salário mínimo que estão sendo impostos ao País pelo governo do PT."

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