PF pede preventina para dois acusados de fraudar Saúde

A Polícia Federal pediu hoje a transformação da prisão temporária empreventiva, dos empresários Lourenço Rommel Pontes Peixoto e Jaisler Jabour Alvarenga, que até o início da noite continuavam detidos na superintendência da PF no Distrito Federal.Procuradores da República também estavam preparando novo pedido de prisão preventiva de outras 12 pessoas acusadas deintegrar o sistema de fraudes em licitações do Ministério da Saúde. Entre eles, Luiz Cláudio Gomes da Silva, ex-coordenadorde Recursos Logísticos e homem de confiança do ministro Humberto Costa.Rommel Peixoto e Alvarenga são considerados pela Polícia Federal como dois importantes integrantes do esquema, assimcomo o empresário Laerte de Arruda Corrêa Júnior, que foi libertado na semana passada, junto com outros presos. TantoRommel quanto Jaisler Alvarenga se entregaram à PF há mais de uma semana, mas pela avalição dos investigadores, o fatode ambos não terem prestado depoimento pode ser interpretado pela Justiça que eles não estão colaborando com ainvestigação. "Este é um dos fundamentos da prisão preventiva", diz um investigador que atua no caso.Hoje, o empresário Marcos Jorge Chain, que estava presos havia cinco dias, foi libertado por ordem da Justiça, já que seuperíodo de prisão temporária havia se esgotado. Chain trabalha com Laerte Corrêa Júnior em um escritório em São Paulo, masdentro do esquema seu papel é de elo entre os funcionários do ministério e o grupo de empresários. A Polícia Federal, assimcomo fez com os outros depoentes, não divulgou o teor das declarações de Chain.

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